<?xml version='1.0' encoding='ISO-8859-1'?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698</id><updated>2007-10-05T12:37:30.603-03:00</updated><title type='text'>[dying days - vitrola]</title><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/vitrola.html'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml'/><author><name>Natalia Vale Asari</name></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>144</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-6428424850541463661</id><published>2007-10-05T12:17:00.000-03:00</published><updated>2007-10-05T12:37:30.666-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Salve! Duas dicas, no mínimo, díspares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Justice / "Cross" (2007)&lt;/span&gt;: Incrível como às vezes surge um disco, ou uma música que seja, com todos os atributos de qualidade e magnetismo que faz o ouvinte questionar seus gostos pessoais e aceitar alguns gêneros que normalmente não fazem parte de seu playlist. O duo francês Justice não faz um som extremamente inovador, na verdade, lembram muito os conterrâneos do Daft Punk: electro dançante e leves flertes com o rock. Entretanto, seu disco "Cross" é bem resolvido do início ao fim, mesmo para quem não pretende dançar ao seu embalo (meu caso). As músicas oferecem um bom trabalho de colagem e timbres escolhidos com sabedoria. Nos fones de ouvido, as texturas soam muito bem, os ritmos definitivamente fazem a perninha balançar e isso já é o suficiente para dedicar algumas horinhas a esse álbum (num caso de, como dizem os gringos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;guilty pleasure&lt;/span&gt;). E, porra, aquela "D.A.N.C.E.", mesclando Daft Punk com Go! Team é irresistível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Wolves In The Throne Room / "Two Hunters" (2007)&lt;/span&gt;: Black metal feito por norte-americanos que não costumam se maquiar com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;corpse paint&lt;/span&gt;. Produzido por Randall Dunn (SunnO))), Earth), o disco dá uma conotação um pouco diferenciada ao Wolves In The Throne Room, onde a ambiência se sobrepõe às manias desse gênero tão repetitivo e desgastado. Guitarras pesadíssimas, vocais cavernosos (intercalados por uma contribuição angelical de Jessica Kinney) e bateria tresloucada. As nuances que destacam a banda são sutis, o disco ainda soa como um de black metal, quem não gosta do gênero deve ficar longe. Mas quem encontra nesse tipo de som uma das possíveis &lt;span style="font-style: italic;"&gt;soundtracks&lt;/span&gt; para os dias apocaliticos em que vivemos, vai gostar do clima "floresta amaldiçoada" dos caras.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/10/salve-duas-dicas-no-mnimo-dspares.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/6428424850541463661'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/6428424850541463661'/><author><name>V.M.</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-631860880632970109</id><published>2007-09-28T22:16:00.000-03:00</published><updated>2007-09-28T22:27:42.103-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O filme sobre o Joy Division (particularmente Ian Curtis), baseada no livro da esposa dele, "Touching from a Distance", deve estrear em cerca de 1 semana, de acordo com o comunicado do próprio &lt;a href="http://www.controlthemovie.com/"&gt;site&lt;/a&gt;. Eles também colocaram lá um podcast que inclui entrevistas com diretor, roteirista, trilha sonora, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;et al&lt;/span&gt;, em versão para &lt;a href="http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=264973347"&gt;iTunes&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/controlthemovie"&gt;genérica&lt;/a&gt;. Aliás, uma trilha também bastante "genérica". Já havia mencionado um &lt;a href="http://dyingdays.net/vitrola/2007_04_01_vitrola.html#1851722802991946871#1851722802991946871"&gt;aperitivo&lt;/a&gt;, mas enfim.&lt;br /&gt;Mais sobre o filme &lt;a href="http://www.joydiv.org/these.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/09/o-filme-sobre-o-joy-division-deve.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/631860880632970109'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/631860880632970109'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-2040217098728482995</id><published>2007-09-02T13:55:00.000-03:00</published><updated>2007-09-02T14:52:00.553-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Counting Crows - August and Everything After&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A versão Deluxe do disco de 1993 vazou e além das faixas normais conta com algumas demos acústicas e um disco-bônus ao vivo (Paris, Elysee Montmartre, p quem achou o boot).&lt;br /&gt;Counting Crows é daquelas bandas xaropes que todo mundo adorava dizer que odiava por conta do número de vezes que "Mr. Jones" tocou no rádio, mas agora que nunca mais tocou  acho que tá valendo.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/09/counting-crows-august-and-everything.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/2040217098728482995'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/2040217098728482995'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-9058537929607587038</id><published>2007-08-22T23:01:00.000-03:00</published><updated>2007-08-22T23:05:02.778-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Soulsavers - It's Not How Far You Fall, It's the Way You Land [2007]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Depois do disco com Isobel Campbell, Mark Lanegan partiu para essa parceria com o duo de música eletrônica Soulsavers. Não sei muito sobre eles, mas pelo menos para esse álbum o estilo de arranjo e composições é a cara do Lanegan. É um disco bem interessante, embora um pouco arrastado demais, cansativo. Lanegan vem cantando cada vez mais baixo e sussurrado e aqui não é diferente, uma pena que na única música que lembra os velhos tempos o vocal esteja enterrado numa espécie de coral gospel ("Revival"). De resto, "Ghosts of You and Me" quase empolga, "Paper Money" lembra as letras 'mal caráter' do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bubblegum &lt;/span&gt;e "Arizona Bay" é um belo instrumental que serviria como uma luva para trilha de filme. Tem cover de Neil Young ("Through My Sails"), de Stones ("No Expectations") e do próprio Lanegan (!), que resolveu regravar "Kingdoms of Rain" do clássico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Whiskey for the Holy Ghost&lt;/span&gt;. E ficou legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Black Francis - Bluefinger [2007]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na capa do disco tá Black Francis e não Frank Black e não é coincidência, é o disco mais Pixies da carreira solo do Sr. Charles. A inacreditável "Threshold Apprehension" lembra muito "I've Been Tired" e o disco inteiro tem guitarras pesadas e backing vocal feminino (parece que são da esposa do cara). Especulações: o mais provável é que as constantes turnês da reunida banda tenham inspirado o cara a fazer esse disco. Ou, melhor, esse disco seria um 'esquenta' para uma volta do Pixies ao estúdio. Ou, pior (e, infelizmente, mais realista), as músicas desse disco talvez até tenham sido compostas com a volta do Pixies em mente, mas ao perceber que não tinha qualidade suficiente para o legado do Pixies, melhor gravar solo mesmo. Como disco solo, sem dúvida é o mais interessante desde o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Teenager of the Year&lt;/span&gt;, músicas como "She Took All The Money", "Tight Black Rubber" e "Captain Pasty" atestam isso. O que ficou faltando é um pouco mais de cuidado na gravação, os instrumentais são todos muito básicos, timbres repetitivos, parece gravado às pressas. Mas muito bom assim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Albert Hammond Jr. - Yours to Keep [2007]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Depois de ler rasgados elogios a respeito - e eu já tinha gostado das guitarras do "Room On Fire" - resolvi experimentar o disco solo do guitarrista do Strokes para ver o que ele poderia fazer longe das amarras de uma banda mainstream (haha). Só que, bem diferente de um disco de guitarrista, o que domina aqui são melodias pop bonitinhas e ensolaradas. O cara mostra que é fã de Beach Boys ("Cartoon Music for Superheroes") e tem música que ficaria muito bem colocada em disco do Weezer ("Back to the 101"). Obviamente, a dinâmica de muitas das músicas lembra Strokes também, só que sem a estética deles. A sensação por vezes é de estar ouvindo Strokes, só que sem o vocalista mala e a 'aura cool'. Exemplo disso é a excelente e viciante "Everyone Gets a Star". Aprovado.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/08/soulsavers-its-not-how-far-you-fall-its.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/9058537929607587038'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/9058537929607587038'/><author><name>Alexandre Luzardo</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-6481570545557918501</id><published>2007-08-18T18:57:00.000-03:00</published><updated>2007-08-18T19:24:47.499-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Erm, basicamente, &lt;a href="http://www.myspace.com/theoldhaunts"&gt;a banda "nova" da Tobi Vail&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. Acabei de ver que as Donnas deixaram de ser o (Green Day?) de saias pra ser o Whitesnake (faísca atrasada, eu sei). Um progresso, sem dúvida. Decerto perceberam que é um nicho relativamente vago desde a década de 90. Único problema: o Girlschool já fez isso :-).</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/08/erm-basicamente-banda-nova-da-tobi-vail.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/6481570545557918501'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/6481570545557918501'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-3531013505630790130</id><published>2007-08-17T11:03:00.000-03:00</published><updated>2007-08-17T11:17:01.571-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Converge - "No Heroes"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem, já passado um bocadinho da adolescência, ainda cultiva aquele velho gosto pela brutalidade.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/08/converge-no-heroes-para-quem-j-passado.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/3531013505630790130'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/3531013505630790130'/><author><name>Fabricio Boppré</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-8610959594749942225</id><published>2007-07-10T14:41:00.000-03:00</published><updated>2007-07-10T16:05:18.236-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Interpol - "Our Love To Admire"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Algo me perturbou logo na primeira audição deste terceiro disco do Interpol. A força das melodias e refrões é inegável, e o disco no geral é ótimo. Mas acho que houve uma totalmente descartável exagerada em sua produção. O estilo mais seco e direto dos dois primeiros discos deu lugar a pompas aqui, barulhinhos de circo ali e uma amenizada na severidade da coisa toda. Talvez seja somente algum problema particular meu com teclados que gostam de aparecer mais do que guitarras, vocais caprichadinhos que lembram o detestável Muse e corinhos estilo Helloween (baixei o nível, mas não foi xingamento gratuito - em algum momento, algo me lembrou Helloween, juro que é verdade). De qualquer forma, o crédito do Interpol continua altíssimo e a banda continua sendo aquela que hoje eu mais gostaria de ver ao vivo, junto com o Black Rebel Motorcycle Club. E tirando essa gordurinha, causada pelo espírito de Phil Spector que baixou em alguém lá no estúdio dos nova iorquinos, "Our Love To Admire" é um discaço.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;The Smashing Pumpkins - "Zeitgeist"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Decepção é o sentimento generalizado sobre o disco que marca a volta ao cenário do idolatrado Smashing Pumpkins, e posso dizer que também me deixo levar por esta corrente. O que poderia me animar a nadar contra é que não estou desgostando totalmente das músicas deste "Zeitgeist", que é o que transparece nas palavras da maioria dos fãs que já emitiram suas impressões iniciais. Venho ouvindo o disco numa boa, mas sempre lamentando o quanto ele poderia ser melhor (e daí a corrente leva), recordando com tristeza do legado inigualável que o Pumpkins deixou ao mundo ao anunciar o seu (primeiro) fim. E não tem como se contentar com um disco de músicas meramente "não tão ruins", quando o nome sagrado Smashing Pumpkins está em jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo é que, em seguida, o líder-ditador dos abóboras, Billy Corgan, disperse a banda novamente, junte uns colegas e lance um outro disco de um novo projeto, que também não dura muito, daí lança um novo disco solo de teor altamente pessoal, com fotos de sua infância e tudo mais, depois remonte o Pumpkins, depois desmonte... finalmente temo aquilo que muitos já antecipavam há algum tempo, e eu, em minha crença inabalável nos gênios, desprezava: as manias e excentricidades parecem já confundir a mente de Billy Corgan a tal ponto que este não consegue mais dar vazão de forma espontânea e bem executada ao seu fabuloso talento e criatividade como compositor. Mas pode não ser definitivo. Só jogo a toalha se o próximo disco assinado pelo careca-genioso seja, a exemplo deste "Zeitgeist", um disco de músicas legalzinhas e nada mais. Em outras palavras: ou dá aos fãs algo à altura dos tempos áureos do Smashing Pumpkins, ou então a tolerância vai acabar. Afinal, discos legalzinhos saem aos montes todo mês, com a vantagem de contarem geralmente com vocalistas de vozes bem mais agaradáveis.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/07/interpol-our-love-to-admire-algo-me.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/8610959594749942225'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/8610959594749942225'/><author><name>Fabricio Boppré</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-5972796148772057185</id><published>2007-06-27T19:48:00.000-03:00</published><updated>2007-06-27T20:19:42.985-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Por que às vezes é melhor não se levar a sério?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alabama 3 - exile on coldharbour lane&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a trilha sonora da abertura dos Sopranos... apesar de não ter a mesma "pegada" em todas as faixas, aí vai... É uma mescla de eletrônico, blues e congêneres interessante e competente. Pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Estiva - Meu Paranã - Verdades, Mitos e Falácias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso aí, vai ser o melhor novo disco de todos os tempos da outra semana da surpreendente revelação brasileira do ano de 2006. (Y)(Y)(Y) Desta vez será lançado pela &lt;a href="http://www.peligro.com.br/"&gt;Peligro&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vitrola.&lt;/span&gt; Não é exatamente a coluna do LR mas também traz histórias que podem ser... ou não.&lt;/small&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/06/alabama-3-exile-on-coldharbour-lane.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/5972796148772057185'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/5972796148772057185'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-5653864042483987060</id><published>2007-05-28T14:31:00.001-03:00</published><updated>2007-05-28T15:48:08.143-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Smashing Pumpkins / "2007/05/22 - Le Gran Rex; Paris, FR"&lt;/span&gt; [bootleg]: Das duas vertentes que se formaram a partir do anúncio de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bolly&lt;/span&gt; Corgan sobre a reforma dos Smashing Pumpkins, encaixei-me na dos fãs que se tornaram céticos a esse respeito. Acompanhando a banda desde o "Gish", tive a sorte de testemunhar no talo todas as agruras e triunfos que marcaram a carreira dos abóboras, ao ponto que por muito tempo (praticamente uma década) essa banda ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hour-concur&lt;/span&gt; no meu ranking pessoal. Em 2000, quando penduraram as chuteiras, enxerguei aquela despedida como uma atitude inadiável, aceitando o fato da banda ter cumprido com sua tarefa e nos poupado de discos sem-inspiração que visualizam única e exclusivamente os nossos bolsos. Uma despedida justificada de uma banda inigualável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui em frente com o Zwan e com o disco solo do Corgan. Ao contrário dos que não toleraram o fim dos Pumpkins, aceitei os projetos seguintes com naturalidade, afinal, não havia muito o que se exigir de Corgan e cia. depois dos grandes discos gravados na década passada. O que viesse era lucro, estava valendo. Mas o Zwan não convenceu, foi vítima de boas intenções atravessadas por idéias díspares, difíceis de acomodar em uma única banda. Já o "TheFutureEmbrace", que ocasionou o surpreendente anúncio de retorno dos abóboras, foi uma grata surpresa: um disco bravo, diferente do que se podia esperar e muito sincero. Confesso que volta-e-meia eu torno a escutá-lo, mesmo sabendo que estou entre os 1% dos fãs antigos que o aceitaram numa boa e admitem gostar dele sem ficarem constrangidos por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então os Pumpkins (ou 50% deles) voltaram, por motivos misteriosos (para mim, bastante questionáveis) e não há nada que se possa fazer a respeito disso. Difícil me convencer que a ausência de 50% da formação clássica não é importante o suficiente para que Corgan e Jimmy continuem representando seu legado, assim como acho que Corgan propôs um desafio temerário, que é escrever discos bons que remetam ao que os Pumpkins tinham de melhor (ele vem tendo dificuldades de fazê-lo desde o "MACHINA"). Mas peguei o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bootleg&lt;/span&gt; de Paris, de qualidade sonora impecável (há &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tapers&lt;/span&gt; experientes como o dessa gravação que ousam desafiar a superioridade das gravações em mesa de som), e escutei-o nesse fim de semana, deixando meu ceticismo de lado, tentando assimilá-lo de forma neutra, recebendo o som da banda de acordo com o que saía das caixas de som.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No palco, os "Pumpkins 2007" são competentes. Corgan mostrou capricho, sendo meticuloso em suas escolhas para substituir James Iha e D'Arcy (Jeff Schroeder e Ginger Reyes, respectivamente), além de incluir uma tecladista (Lisa Harriton) capaz de traduzir muito bem as sonoridades dos discos no palco. Fugindo um pouco da postura messiânica que marcou as últimas turnês dos "Pumpkins Clássicos", a banda foi direto ao ponto, tocando as músicas com afinco, aproximando-as dos discos (algo que não vinha sendo feito nas turnês pré-suspensão de atividades). Salvo uma ou outra pequena modificação ("Glass And The Ghost Children", "Shame"), os novos Pumpkins se dispuseram a entregar exatamente aquilo pelo que os fãs xaropeavam desde o ano 2000: uma fileira de hits, sem espaço para respirações mais profundas. Se, com esse retorno, o objetivo de Corgan + Chamberlin é atender uma demanda por performances de "Today" e "Cherub Rock", o show de Paris já matou a charada. Entretanto, se com "Zeitgeist", eles querem escrever mais um capítulo na até então encerrada trajetória da banda, há espaço para as dúvidas desses poucos ceticistas que querem acabar com a festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguma parte do álbum já foi demonstrada na semana que passou e faixas como "Tarantula", "United States" e "Doomsday Clock", embora seja um pouco prematuro para afirmar, parecem se aproximar da linha do "MACHINA" (meu disco menos apreciado do catálogo), ao invés de algo mais memorável como "Jellybelly". Embora carimbado com o inconfundível selo "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;composed by Billy Corgan&lt;/span&gt;", as músicas novas não sugerem algo no mesmo nível de inspiração dos melhores momentos do quarteto. Talvez isso não seja mais necessário, afinal de contas, Corgan e cia. realmente gozam de prestígio irrestrito por seus trabalhos anteriores. Mas talvez isso tudo pudesse estar acontecendo sem que o nome sagrado dos Pumpkins tivesse sido desenterrado, e sem que nós tivéssemos que escutar "Today" e "Stand Inside Your Love" pela enésima vez. Cito isso, claro, porque sou dos que GOSTOU de TheFutureEmbrace.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda acredito que disso tudo pode resultar um disco legal e talvez até um show no Brasil para  escutar "Today" e "Stand Inside Your Love" pela enésima vez (que, já aviso, se ocorrer será prestigiado por mim). Mas minha veia cética está tilitando, incansável em suas emissões de sinais que se esforçam em me convencer o contrário.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/05/smashing-pumpkins-20070522-le-gran-rex.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/5653864042483987060'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/5653864042483987060'/><author><name>V.M.</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-3101910491233986186</id><published>2007-05-22T20:25:00.000-03:00</published><updated>2007-05-22T20:43:02.574-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Patty Smith - Twelve (2007)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um disco de covers bem escolhidos, e mesmo os que não são tanto, ficaram interessantes (como &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Pastime Paradise&lt;/span&gt;). Nenhum deles deixa de lembrar que é a Patti Smith... e não um cover qualquer.&lt;br /&gt;Apesar disso, sobre a versão de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Smells Like Teen Spirit&lt;/span&gt;... para entender o que aconteceu, precisa imaginar o que ocorreria se cruzasse uma versão dos Cowboy Junkies com isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TLQ2eh5LfZY"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TLQ2eh5LfZY" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/05/patty-smith-twelve-2007-um-disco-de.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/3101910491233986186'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/3101910491233986186'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-4959048478529137124</id><published>2007-05-06T14:13:00.000-03:00</published><updated>2007-05-06T14:51:19.116-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Bandas de meninas&lt;br /&gt;a) meigas - &lt;a href="http://thepipettes.co.uk/"&gt;The Pippetes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Headcoatees + LeTigre + o fato de ser anos 2000, porém em estilo "retrô" com vestidos de bolinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) nem tanto - &lt;a href="http://myspace.com/thebloodsny"&gt;The Bloods &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Bloods é uma banda de pós-punk novaiorquina do começo da década de 80, com uma lista respeitável de contemporêneos com quem tocaram, como The Clash, Johnny Thunders e Gang of Four, e estando próximas de outras garotas típicas como The Slits, Modettes, Au Pairs e Malaria!.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/05/bandas-de-meninas-meigas-pippetes.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/4959048478529137124'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/4959048478529137124'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-3567903560204028929</id><published>2007-04-19T12:25:00.000-03:00</published><updated>2007-04-19T12:39:37.976-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jesu / "Conqueror"&lt;/span&gt; (2007): Eu já venho escutando esse disco desde fevereiro, e vim observando uma certa torcida de nariz para ele oriunda dos fãs dos primeiros trabalhos do Jesu. Particularmente, achei excelente a evolução que Justin Broadrick promoveu em seu projeto no EP anterior, "Silver", quando deixou claro que o Jesu não estava preso ao monolito construído nos discos anteriores. O Jesu tornou-se mais universal e, para meus ouvidos, está fazendo grandes trabalhos que aproximam conceitos díspares como industrial, shoegazing, metal e rock. Enquanto grandes nomes do industrial como Trent Reznor andam batendo cabeça em seus discos novos, Broadrick vem encontrando outras saídas para esse gênero. Suas músicas são massivas, lentas, cheias de detalhes mas igualmente recheadas de uma sensibilidade ora angustiada e claustrofóbica, ora cheia de esperança. Além disso, todos os elementos sonoros são perfeitos: texturas das guitarras, eletrônicos, teclados - tudo conduzido na medida certa, feito por um cara que conhece o assunto perfeitamente. Acredito que as críticas a "Conqueror", por levarem em consideração o peso unilateral do 1o. disco e até mesmo o trabalho impecável dos grandes discos do Godflesh, contestam o efeito menos imediato que o disco causa no ouvinte. Eu já acho que "Conqueror" atou um nó entre a desolação do 1o . álbum e a acessibilidade de "Silver", o que está longe de ser algo do que se reclamar. Na verdade, é um bom disco para se escutar por períodos prolongados, o que não se vem fazendo desde que a música tornou-se assim tão descartável.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/04/jesu-conqueror-2007-eu-j-venho.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/3567903560204028929'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/3567903560204028929'/><author><name>V.M.</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-1851722802991946871</id><published>2007-04-16T02:33:00.000-03:00</published><updated>2007-04-16T02:42:25.990-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Joy Division - "Let the Movie Begin" (2005)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este disco é uma coletânea de faixas ao vivo alternadas com trechos de entrevistas. É uma coletânea muito, muito boa, e não estou dizendo isso só como fã da banda: a maior parte dos bootlegs tem qualidade lixenta pra valer, então essas gravações são uma coisa fora do comum. Enquanto o &lt;a href="http://www.controlthemovie.com/"&gt;filme&lt;/a&gt;, que era pra ter saído no ano passado, não aparece, ...</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/04/joy-division-let-movie-begin-2005-este.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/1851722802991946871'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/1851722802991946871'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-7566359308307811843</id><published>2007-04-15T23:24:00.000-03:00</published><updated>2007-04-15T23:25:14.745-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Continuo ouvindo diariamente o "Sky Blue Sky", já citado no post anterior (me parece mister fazer o registro novamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Black Rebel Motorcycle Club - "Baby 81"&lt;/span&gt;: E o BRMC cometeu outro disco estupendo. Não acho que a banda vá superar o que fez em "Howl", mas a própria proposta deste quarto álbum já invalida comparações. Mais barulhento, mais rock 'n' roll, mais parecido com os dois primeiros discos - mas melhor ainda do que ambos. O tracklist todo é ótimo, mas há aquelas faixas de assimilição e grude imediato: Cold Wind, Weapon of Choice, 666 Conducer, Need Some Air e Am I Only são fabulosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Clash - "Sandinista"&lt;/span&gt;: Já disseram que o Clash foi "the only band that matters". Ok, não chego a concordar inteiramente com isso, mas é uma ótima frase. Depois de doses cavalares de "London Calling" e "Give 'em Enough Rope" na adolescência (e pouca paciência para com os outros discos), ando redescobrindo este "Sandinista" e suas 36 faixas multi-variadas, nos intervalos das audições dos BRMC e Wilco novos.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/04/continuo-ouvindo-diariamente-o-sky-blue.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/7566359308307811843'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/7566359308307811843'/><author><name>Fabricio Boppré</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-515867201047309808</id><published>2007-04-12T16:26:00.000-03:00</published><updated>2007-04-12T16:58:25.251-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Arcade Fire / "Neon Bible"&lt;/span&gt; (2007): Engraçado que se fosse há um ano atrás eu teria ficado empolgadíssimo com esse lançamento, contando os dias até que ele chegasse aos meus ouvidos. Como não tenho tido muito tempo, fui me dar conta e o envelope da Merge já tinha aparecido aqui em casa. Paralelamente, não tive muito saco para ler as opiniões a respeito desse disco (coisa que também já fiz com mais freqüência), então perdoem-me se o que escrevo já foi mastigado antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Arcade Fire era/é um mistério, pois de um simples EPzinho eles chegaram no obrigatório "Funeral", disco que comoveu até o mala do Bono Vox. Os registros confrontaram-se para o ouvinte: um extremamente simples, caseiro e o outro poderosíssimo, brilhante. Difícil então imaginar qual passo a banda daria no futuro. "Neon Bible", na verdade, acabou de alguma forma se colocando no meio desse caminho entre o EP e "Funeral". Se "Cold Wind" e "Brazil", faixas lançadas em 2005, sugeriram um Arcade Fire menos elétrico e mais pastoril, "Neon Bible" não deixa de reafirmar essa tendência, logicamente anabolizada com ricos arranjos e principalmente com uma incrível demonstração de amadurecimento da banda. Essa nova etapa preservou a tensão onipresente da música deles, o sangue pulsando nas veias, mas ao invés de gritar como fazia em "Power Out", Win Butler sussurra ironias e críticas no decorrer do disco. As guitarras elétricas tiveram seus volumes reduzidos, dando lugar a uma série de outros instrumentos que, em combinação, são igualmente poderosos, fazendo de "Neon Bible" um disco tenso à sua maneira. Suas músicas são amargas, sem a urgência adolescente de algumas músicas anteriores (com exceção da regravação de "No Cars Go"), mas indiscutivelmente superiores a muito do que se ouve por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande tendência, me parece, é colocar os dois discos lado-a-lado e escolher o melhor. "Neon Bible" é uma ótima saída pela tangente. A banda voltou-se para si e extraiu a melhor fotografia de seu som após o boom independente do qual foi vítima. Mais paciente e pensativo, o Arcade Fire acertou mais uma vez.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/04/arcade-fire-neon-bible-2007-engraado.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/515867201047309808'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/515867201047309808'/><author><name>V.M.</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-648185537643971651</id><published>2007-03-29T21:28:00.000-03:00</published><updated>2007-03-29T21:56:04.835-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Album Leaf - "Into The Blue Again"&lt;/span&gt;: Se eu soubesse descrever discos nestes termos comparativos e objetivos, diria que se trata de um post-rock sossegado, sem se estender muito, tipo um Tortoise menos multi-instrumental e mais melódico.  Em termos subjetivos, penso que Always for You é a música magnificamente bela que o Polyphonic Spree gostaria de fazer, mas nunca conseguiria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Green Day - "Dookie"&lt;/span&gt;: Minha dose atual de nostalgia da adolescência vivida na década passada. Pode-se criticar o Green Day em todos os níveis e aspectos possíveis, mas não há como negar que nesse disco eles montaram uma das mais impressionantes sequências de músicas ganchudas de nossos tempos. Minha preferida desde sempre, Having a Blast, ainda hoje soa uma pérola de esfera perfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Wilco - "Sky Blue Sky"&lt;/span&gt;: Como é bom, muito bom mesmo, o novo disco do Wilco. Como seria fantástico um novo show deles por aqui...</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/03/album-leaf-into-blue-again-se-eu.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/648185537643971651'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/648185537643971651'/><author><name>Fabricio Boppré</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-6700302648704856802</id><published>2007-03-22T15:33:00.000-03:00</published><updated>2007-03-22T15:35:40.155-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Chicks on Speed - 99 Cents (2004)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas não tocam guitarra, mas o disco é bom... e grudento.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/03/chicks-on-speed-99-cents-2004-elas-no.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/6700302648704856802'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/6700302648704856802'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-117099289316819616</id><published>2007-02-09T01:44:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T01:48:13.180-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;The Good, the Bad &amp; the Queen - The Good, the Bad &amp;amp; the Queen [2007]&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Damon Albarn retornou todo sorumbático nessa banda nova. O disco funciona bem como um todo, nenhuma música quebra o clima. Embora não tenha nada que se sobressaia individualmente, eu gostei de cara de "Behind the Sun" (nada a ver com a do Chili Peppers, infelizmente). Ainda preciso ouvir mais, mas acho que dá para dizer que o cara acertou a mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jay Bennett - The Magnificent Defeat [2006]&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Obviamente a referência que eu tinha do Jay Bennett é o Wilco do Yankee Hotel Foxtrot mas jamais tinha ouvido algo dele solo. Soube desse disco por uma lista de discussão nada a ver com Wilco/Jay Bennett. A recomendação veio de uma pessoa que curte 'alt country', então foi algo como "tá mais para YHF do que alt country". E se de fato passa muito, mas muito longe de alt country, também não dá para comparar com YHF, é todo um outro universo, uma outra personalidade. Personalidade essa que na realidade ainda estou tentando desvendar. O disco é de uma diversidade extrema, tem belas músicas como "Survey the Damage", tem rock que lembra coisas como Cracker ("Replace You", "Out All Night"), experimentalismos pop esquizofrênicos (a inacreditável Phone Book) e vários outros momentos difíceis de descrever. Méritos ao instrumental do disco, riquíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;America - Here &amp; Now [2007]&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu peguei mais esse disco por aquele tipo de curiosidade dos quadros de TV "por onde anda". E nem foi por causa da banda: um dos produtores deste álbum é James Iha (o outro é o amigo dele de longa data Adam Schlesinger do Fountains of Wayne). Bem, se ele anda atuando de produtor, pra mim é quase certo que ele não vai estar no &lt;em&gt;Zeitgeist&lt;/em&gt;. Sobre o America? Acho que ainda vale aquela regrinha de ignorar bandas com nomes geográficos. Não que seja ruim, o som, as músicas são bem certinhas, caprichadas, mas é aquilo: o disco todo é morno, aguado, não empolga. Basicamente é a mesma descrição de alguém que não gosta faria do Let It Come Down do próprio James Iha ou vá lá, de toda a discografia do Teenage Fanclub. E eu gosto. Incoerência? É, pois é. Para terminar: &lt;em&gt;Here &amp;amp; Now&lt;/em&gt; vem acompanhado de um disco ao vivo (não ouvi), e a melhor música talvez seja Always Love (terrivelmente parecida com Fountains of Wayne).</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2007/02/good-bad-queen-good-bad-queen-2007.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/117099289316819616'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/117099289316819616'/><author><name>Alexandre Luzardo</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-116528701537176765</id><published>2006-12-05T00:32:00.000-02:00</published><updated>2006-12-05T00:50:15.383-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Foo Fighters - "Skin and Bones" (2006)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não gostei, muito Acústico MTV pro meu gosto. Mas tudo bem, afinal, a gente sabe que o lucro sujo deve vir primeiro, para sustentar as despesas da banda. Já faz 12 anos que a banda com nome de OVNI foi formada e vai fazer 10 que saiu o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Colour and the Shape&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Muita gente já tinha reclamado do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;One by One&lt;/span&gt;. Quero ver quando ouvir isto. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Hero &lt;/span&gt;em versão &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Cegos do Castelo&lt;/span&gt;. A melhor definição possível é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:-(&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Flipper - "Blow'n Chunks"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não vou nem dizer por que, hehe. Este é ao vivo.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2006/12/foo-fighters-skin-and-bones-2006-no.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/116528701537176765'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/116528701537176765'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-116186240706821413</id><published>2006-10-26T08:18:00.000-03:00</published><updated>2006-10-26T08:33:27.420-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Thom Yorke / "The Eraser"&lt;/strong&gt; (2006): Não sei se perdi o momento, mas continuo achando que esse disco foi recebido com uma certa frieza por parte do fanático público do Radiohead. Parece engraçado que o Radiohead tenha feito uma força hercúlea para perturbar o ouvinte a partir de "Kid A", passando seu som por um triturador eletrônico, e tenha colhido reações curiosamente opostas. Ao invés de desvincular os recém-chegados "okcomputereanos", seus discos a partir dali só consolidaram ainda mais a horda de admiradores, por mais excêntricos que pudessem soar para os ouvidos convencionais. Por muito menos, já vi reações de empolgação plena, o que não foi confirmado quando uma informação tão surpreendente (o cara do Radiohead lança disco solo) foi divulgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei estranho porque "The Eraser" é, depois de "Kid A", a melhor combinação desse som que a banda desenvolveu com Nigel Godrich. Sai o cunho político/esquizofrêncio e entra um Yorke mais humano, que se permite aproximar um pouco mais do ouvinte. As composições, por sua vez, debruçam-se sobre os laptops tão utilizados em "Amnesiac", sem que caiam na tentação de se transformarem em quase-IDM. Mas o mais legal é a combinação de tudo isso: músicas surpreendentemente acessíveis apesar dos recursos abstratos que utilizam. Fica a impressão que de tanto que o Radiohead provocou a percepção de seus ouvintes, qualquer coisa menos desafiadora parece apenas aperitivo.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2006/10/thom-yorke-eraser-2006-no-sei-se-perdi.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/116186240706821413'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/116186240706821413'/><author><name>V.M.</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-116087696250516153</id><published>2006-10-14T19:53:00.000-03:00</published><updated>2006-10-14T22:49:22.550-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nirvana - "Unplugged in New York"&lt;/span&gt;: Mesmo sob uma ótica apartidária, o mínimo que se pode dizer é que este disco registra uma apresentação irrepreensível. Ter estado naquela platéia deve ter sido uma experiência sem par. A performance de Kurt Cobain (nem adianta falar da banda - ali, mais do que nunca, Kurt era 99% do show) é de arrepiar. É bom vez ou outra tirar um disquinho do Nirvana da prateleira para reviver um pouco de sua música simples, honesta e única. Aliás, em tempos de [coloque aqui o hype que lhe é mais conveniente], isso é até uma questão de saúde. Pena que depois não tem como não ficar se perguntando (e lamentando) como seria o mundo se o Nirvana ainda existisse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Walkmen - "A Hundred Miles Off"&lt;/span&gt;: Ok, essa é uma das bandas que alguém pode ter escolhido para colocar entre as chaves ali em cima. Mas eu gosto bastante. Esse terceiro disco deles é bem estranho, já ouvi algumas vezes e ainda não consegui captá-lo, mas tem algo nele que sempre me deixa com vontade de ouvir novamente. Talvez seja uma impressão prematura ainda, mas me parece que suas músicas têm uma certa repetição, os riffs não mudam muito, não há melodias facilmente identificáveis, o vocal não faz questão de se apresentar muito diferente a medida que as faixas vão passando, e tudo isso sem muita sutileza, na base das guitarras altas - e esse conjunto, que normalmente seria motivo de desgosto, tá tendo o efeito contrário comigo: o disco soa hermético, intricado, difícil de penetrar e entender exatamente porque ele soa legal. Como se fosse um desafio. Tá sendo interessante por enquanto tentar decifrá-lo, mas em breve uma das alternativas vai prevalecer: ou vou passar a gostar bastante, quando (e se) entendê-lo; ou vou descobrir que o disco é um saco, e jogar as mp3 na lixeira.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2006/10/nirvana-unplugged-in-new-york-mesmo-sob.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/116087696250516153'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/116087696250516153'/><author><name>Fabricio Boppré</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-115963512908495825</id><published>2006-09-30T13:50:00.000-03:00</published><updated>2006-09-30T13:52:09.103-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pinback - "Blue Screen Life"&lt;/span&gt;: Acho que já falei do Pinback aqui, muito provavelmente sobre o último disco, "Summer in Abaddon". Sendo este meu preferido e o primeiro que conheci deles, não tinha dado ainda a devida atenção aos dois LPs anteriores. Andei ouvindo nos últimos dias o segundo, "Blue Screen Life", e descobri um disco tão bom quanto seu sucessor. O que eu gosto do Pinback é que não existe nada igual: o som dos caras é altamente peculiar, e muito foda. É outro ritmo, outro estilo, parece música saída da cabeça de pessoas cujo compasso de vida é totalmente diferente da maioria dos outros humanos. Bem, posso estar exagerando, mas é realmente o tipo de pensamento que me passa quando ouço essas músicas mansas e estilhaçadas. Quem não experimentou ainda o mantra do Pinback, recomendo muito.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2006/09/pinback-blue-screen-life-acho-que-j.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115963512908495825'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115963512908495825'/><author><name>Fabricio Boppré</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-115949629489018226</id><published>2006-09-28T23:13:00.000-03:00</published><updated>2006-09-28T23:26:45.506-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;... mas vale a intenção!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de plenamente conscientes da existência de material vazado a torto e a direito nos sites de compartilhar videos, a Rhino colocou à disposição no site deles uma &lt;a href="http://www.rhino.com/retrovid/index.lasso"&gt;coleção de videos&lt;/a&gt; em streaming que só eles conseguiriam... incluindo de Cure a Pantera, de Genesis a Breeders a VU... e quando vc tem a plena noção de que isso é só a pequena ponta do iceberg, dá uma coceira...</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2006/09/blog-post.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115949629489018226'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115949629489018226'/><author><name>Ana</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-115940607957473294</id><published>2006-09-27T21:42:00.000-03:00</published><updated>2006-09-27T22:14:40.253-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Comprei a 1a. gravadora de DVD da minha vida e agora estou em função de vídeos, que estão roubando um tempo federal. Depois de ter entrado no Last FM, brincado com a coisa e descoberto que eu tava c/ a razão quando admiti para mim mesmo que legal mesmo são os posts da Vitrola, vim tirar um pouco do pó:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Polyphonic Spree / "Wait EP"&lt;/strong&gt; (2006): O disco novo da gangue da felicidade incondicional deveria chegar às lojas no final desse ano, mas foi empurrado para 2007. Embora o disco anterior, "Together We're Heavy", tenha conferido maior notabilidade a Tim DeLaughter e cia., achei aquele disco um pouco pretensioso e maravilhado demais c/ as possibilidades de se ter um coral e dezenas de músicos à disposição. A tecla do "temos de transmitir felicidade" foi desgastada naquele álbum, mas agora Tim parece ter se dado conta desse exagero, abordando melhor as canções desse EP tira-gosto. Duas faixas novas pressupõem um disco mais coeso, voltado para o rock/pop do Tripping Daisy, claro, adornado pelos coros angelicais e instrumentos clássicos. Essas faixas ficam, na verdade, no meio do caminho entre a excentricidade do 1o. disco e a luminosidade do 2o, o que é bom. O EP ainda oferece três covers, coisa que os fãs esperavam a algum tempo por causa das palhinhas que o supergrupo dava no palco. Uma versão muito legal para "Love My Way" dos Psychedelic Furs, uma releitura de uma canção encantadora do Tripping Daisy (que não fica muito longe da original, ladrilhada com os detalhes que o TPS pode proporcionar) e uma versão de "Lithium", do Kurdt Cobain. E essa última traduz exatamente o Nirvana visto pelo The Polyphonic spree.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostei.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2006/09/comprei-1a.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115940607957473294'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115940607957473294'/><author><name>V.M.</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7662698.post-115851461074770398</id><published>2006-09-17T14:14:00.000-03:00</published><updated>2006-09-17T14:36:50.756-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Bem, faz tempo que eu não posto aqui pois nos últimos tempos não me apeguei a nenhum disco em particular... tenho ouvido bastante coisa, mas nada de novidade e nada muito repetidamente. Até tem um certo padrão: Parsons, Dylan, Byrds, Stones e velharias do tipo. Fora isso, daria de citar o "13 Songs" do Fugazi e o "Pornography" do Cure. São velhos conhecidos muito bem cotados desde sempre, mas que foram redescobertos recentemente pois finalmente tiveram suas lacunas preenchidas na coleção de CDs. Afinal, certos clássicos, não basta ter em mp3.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dyingdays.net/vitrola/2006/09/bem-faz-tempo-que-eu-no-posto-aqui-pois.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.dyingdays.net/rss/vitrola_feed.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115851461074770398'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7662698/posts/default/115851461074770398'/><author><name>Fabricio Boppré</name></author></entry></feed>